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Boa tarde - sábado, 16 de fevereiro de 2019
 
 
Polícia acredita que jovem morta a tiros dentro de universidade em Goiás ligou para suspeito um dia antes para comprar drogas
globo - 05/02/2019
 A Polícia Civil acredita que a jovem Ana Carolina Emídio, de 20 anos, morta após ser baleada na unidade da Universidade Estadual de Goiás (UEG) em Caldas Novas, região sul de Goiás, ligou para o suspeito horas antes para encomendar drogas. De acordo com a corporação, a vítima era usuária e foi perseguida até ser assassinada dentro da instituição.

"Um amigo que estava com ela minutos antes nos contou isso em depoimento. Estamos investigando essa questão para tentar localizar o suspeito", disse ao G1 o delegado Tibério Martins Cardoso.

Ana Carolina foi assassinada na manhã de segunda-feira (4). Ela estava do lado de fora da faculdade quando o suspeito começou a atirar. Ela correu, passou pelo alambrado, mas foi perseguida e atingida. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu. O atirador fugiu em uma moto.

O delegado informou ainda que a oitiva do amigo de Ana Carolina reforça ainda mais a tese de que o crime tem relação com tráfico de drogas.

"Ele disse que os dois combinaram de comprar drogas, mas quando chegaram ao local, ela deu R$ 50 para o amigo, pediu que ele pegasse a mercadoria e ficou na quadra debaixo. Ou seja, ela já tinha algum receio. Quando o suspeito viu que não era a jovem, perguntou por ela e ameaçou o rapaz", pontuou.

Em seguida, o suspeito seguiu por alguns metros e acabou localizando a vítima.

A assessoria de imprensa da UEG informou, por telefone, que a jovem não estudava na instituição e que a vigilante que estava no campus no momento do crime tomou todas as providências cabíveis para tentar socorrer a vítima.

 

Investigação

 

O delegado ressaltou que deve ouvir na tarde desta terça-feira (5) duas testemunhas do caso. Trata-se de seguranças que trabalham perto do local do crime teriam ouvido a discussão do suspeito com o amigo da vítima.

 

Além disso, ele busca imagens de câmeras de segurança que possam ajudar na investigação.

"Existe a câmera de uma casa que pode ter flagrado algo do crime, mas o proprietário do imóvel está em viagem ao Pará. Estamos tentando contata-lo para poder ter acesso a essas imagens", pondera.




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