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Boa tarde - sábado, 16 de fevereiro de 2019
 
 
Família acredita que adolescente foi morto por PMs por engano, em Goiânia
globo - 04/02/2019
 A família do adolescente Kayque Danúbio Correia Mendanha, de 15 anos, acredita que ele tenha sido morto por engano pela PM, dentro de casa, no Jardim Progresso, em Goiânia . Segundo os parentes, a corporação imaginou que o garoto tinha envolvimento com outros dois crimes que ocorreram horas antes, fato negado pelos familiares. Além dos três, outro amigo do rapaz também foi morto no imóvel . De acordo com a corporação, os moradores reagiram à abordagem.

Os crimes ocorreram na noite de sábado (2). De acordo com um parente de Kayque, que preferiu não se identificar, os policiais chegaram na casa dele que, apesar de não esboçar reação, foi baleado na barriga.

"[A PM] já chegou dando chute no portão. Primeira coisa que ele fez foi levantar os bracinhos para cima e não adiantou nada", afirma.

A mulher contou que o adolescente estuda, trabalha com o pai em um pit dog no mesmo setor e não tem envolvimento com crimes. O amigo dele, Guilherme Júnior Ferreira Evangelista, de 27, também estava na residência e foi baleado. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da PM, por email, na tarde de domingo (3), mas ainda não obteve retorno sobre mais detalhes da ocorrência.

 

Já a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou, por telefone, que o caso está sendo investigado pela Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) e que algumas testemunhas já foram ouvidas.

 

Mortes em praça

 

Antes da abordagem na casa de Kayque, testemunhas contaram à TV Anhanguera que houve uma discussão entre dois homens, em uma praça do bairro. Segundo os moradores, Rafael Arcanjo da Silva, de 28 anos, matou a tiros Pedro Henrique Castro, de 21 anos.

Em seguida, o suspeito tentou entrar no carro de um policial militar, que pensou que se tratava de um assalto e atirou contra o rapaz. Rafael morreu no local.

Após as duas mortes na praça, moradores disseram aos policiais militares que atenderam à ocorrência que comparsas de Rafael estariam em uma casa do setor. Foi quando eles chegaram à casa do garoto




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